Vi essa foto no orkut do amigo do meu irmão e lembrei dos meus queridos amigos Thiago e Raquel. Os experts em estrelinhas de papel. Aposto na caixa de estrelinhas como projeto da turma do fundão 2009/1. O acordar cedo, ir para puc e passar a manhã na chatisse da aula tem que servir para alguma coisa. Quem sabe um 9º semestre mais culurido! Os papéis podem deixar por minha conta!!sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Colored paper stars!
Vi essa foto no orkut do amigo do meu irmão e lembrei dos meus queridos amigos Thiago e Raquel. Os experts em estrelinhas de papel. Aposto na caixa de estrelinhas como projeto da turma do fundão 2009/1. O acordar cedo, ir para puc e passar a manhã na chatisse da aula tem que servir para alguma coisa. Quem sabe um 9º semestre mais culurido! Os papéis podem deixar por minha conta!!quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
We stick together like glue!
Já dizia a musica Me and my shadow, um dueto geralmente interpretado por dois amigos, que sempre que você encontrá-lo, você vai me encontrar, basta olhar.
Todo mundo tem um grande amigo, que sempre vai te completar, que formará contigo uma dupla. Uma dupla que será reconhecida a distância, que terá muita história para contar e que só juntos terão o mesmo brilho. Assim como, Lennon & McCartney, Frank Sinatra & Ava Gardner , Andy Warhol & Eddie Sedgwick, Kate Moss & Pete Doherty, Elvis & Priscilla, Dolce & Gabbana, Audrey Hapburn & Givenchy, Sid & Nancy, Pluto & Pateta, Johnny & June, Chitãozinho & Xororó, Sandy & Jr, Telma & Luise, Mickey & Minnie, Romeu & Julieta.
Eu tenho minha dupla, temos tantas histórias para contar que certamente viraria um best seller.
Eu até poderia colocar o vídeo do dueto do Frank Sinatra com o Sammy Davis Jr, mas achei que seria injusto com a minha dupla ficar explorando meus encantos pelas décadas de 40, 50, 60 enquanto poderia explorar meu fanatismo pelo pop-rock britânico e postar a mesma música com dois meninos lindos cantando!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Esclarecimentos? Talvez!
"when you got nothing, you got nothing to lose. you're invisible now, you got no secrets to conceal"
Realmente, quando não se tem mais nada, não se tem nada a perder. E sendo uma pessoa invisível, esquecida para o mundo não tenho mais porque ficar guardando/ ocultando alguns segredos, não é?
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
How does it feel?
Com certeza se eu morresse hoje quem mais sentiria minha falta seria o Léo, meu irmão. Ele é a pessoa que mais gosta de mim. Acredito que ele gosta de mim até mais que a minha mãe. Certamente eu faria muita falta para ele.
Já a minha música favorita, primeiramente achei que seria a pergunta mais difícil de responder, que ficaria horas pensando, mas não, foi super simples: Bob Dylan - Like a rolling stone. A letra dessa música diz t-u-d-o e me traz algumas recordações.
O vídeo fica como uma homenagem/agradecimento ao Léo por gostar tanto de mim já que eu sei que também é uma das músicas preferidas dele e que se ele pudesse ser um outro alguém seria o Bob Dylan ou o Woody Allen.
domingo, 18 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
It's seems so familiar!
Podem criar milhões de desenhos animados, milhões de tirinhas, mas nenhuma irá se comparar com as histórinhas de Charlie Brown e seus amigos! São meus preferidos!quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Sad but true!
O mundo está cada vez mais descartável. Até um tempo só eram descartáveis objetos. Usava-se determinadas coisas e quando não tinham mais utilidade alguma jogava-se fora, comprava-se outra que seria mais conveniente para aquele próximo momento. Até aí, tudo bem, afinal, objetos são objetos, não são capazes de ter sentimentos. Nunca que aquele apontador antigo, já um pouco enferrujado sentiria-se triste por ter sido trocado por um novinho, não enferrujado e até mais colorido. Isso foi tornando-se um habito tão comum entre os humanos que alguns deles resolveram ultrapassar a linha dos objetos e aplicar isso as pessoas. Agora nós somos descartáveis. Somos trocados com tamanha facilidade, basta não ser mais compatível com os interesses de determinadas pessoas. Não digo interesses no sentido de afinidade, mas sim interesse no pior sentido da palavra. É só não ter mais nada a oferecer, nada mais que a pessoa possa tirar um proveito que numa questão de milésimos de segundo é substituída por outra. Eu não consigo me adaptar com a ideia de que ninguém é insubstituível. Talvez porque para mim, cada pessoa que passa pela minha vida é única e mesmo saindo, o lugar dela ficará ali para sempre intacto. Ultimamente tem sido muito difícil e triste para mim ter que me acostumar que sou e venho sendo, ao longo dos tempos, descartada. Perceber que eu, que achei que teria sempre meu espaço reservado na vida de certas pessoas, que de algum modo eu realmente era importante, que mesmo ficando um tempo longe meu lugar sempre estaria lá, na verdade sou simplesmente alguém que pode ser facilmente substituída por outra que, provavelmente, no momento, está com mais interesse em viver e se divertir do que eu. Os bons momentos vividos não contam mais.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Thanks For the Memories!
Na minha memória não guardo datas, não guardo nomes. As minhas recordações são mais abstratas. Lembro das luzes, das cores, dos cheiros, das emoções. Lembrei disso quando me deparei com a tarefa de lembrar que dia era hoje. Fui até as minhas mais remotas lembranças e nada. Lá não tem nada que esteja arquivado como: aconteceu dia 12 de Janeiro. Só encontrei arquivos do tipo: eu e a minha pulseira vermelha, o dia que voltamos todas sujas de barro, o casaco de veludo verde, o cigarro de menta, o dia que faltou luz, o cheiro de determinadas pessoas. E não pensem que são lembranças vagas. Muito pelo contrario, lembro de tudo detalhadamente e enquanto recordo sou capaz de sentir os cheiros, as sensações todas novamente. Reproduzo a cena em minha mente como se estivesse acontecendo naquele momento, mas datas nada. Começo a suspeitar que é por isso que sempre ganho milhões de agendas, que, por sinal, nunca uso. Talvez esteja na hora de usá-las.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Quiet nights of quiet stars!
O pouco que ganhei para pouco me serviu, mas o muito que perdi que falta me faz. As poucas coisas boas que eu consegui conservar são as que ainda me fazem viver. Tive algumas alegrias momentâneas, que geralmente duravam uma noite, quando tinha sorte perduravam durante o outro dia, mas que depois rapidamente se transformavam em uma imensa infelicidade e um grande vazio. O que me consolava era aquela velha história de que não existe felicidade, existem momentos felizes. Consegui algumas coisas que muito queria, importantes para mim, mas por uma imaturidade irresponsável não consegui mantê-las. Tudo chegava e ia muito rápido. Aprendi que a dor da frustração de nunca ter tido, nunca ter conseguido é infinitamente menor do que a de perder o que foi conquistado. Fiz coisas de que me arrependo. Acreditei demais nos outros. Deixei de confiar e ouvir a mim mesma. Em vários momentos deixei de ser eu. Tudo perdeu a graça. Talvez, pelo fato de ter atropelado o meu destino, de ter pressa demais e querer tudo de uma forma imediata, não deixando o tempo fazer seu trabalho. Sinto falta de tantas coisas, tantas situações, algumas pessoas que foram perdidas pelo caminho e que dificilmente voltarão. Saudade de um tempo que não volta mais. Hoje mergulho numa profunda tristeza e solidão.
