Acho que tinha uns 16 anos na primeira vez que ouvi Strokes e antes disso eu já tinha meu gosto musical, escutava praticamente tudo que escuto hoje. O que mudou foi que depois de ouvir Strokes, de ver Strokes descobri que musica não é só pra ser ouvida, mas pra ser vivida e exteriorizada. Que música é muito mais que um aglomerado de notas musicais divididas entre solos de guitarras e aquele bom barulho ensurdecedor da bateria. Musica pode ser um estilo de vida. Os Strokes meio que foram meu "divisor de águas" e, por isso, devo muito do que sou a eles, embora eles nunca vão saber disso, mas isso pouco importa!
domingo, 20 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
childhood memories
Descobri uma coisa que me faz chorar: lembranças da minha infância.
Toda vez que sou remetida a minha infância, sinto um aperto no coração e uma vontade incontrolável de chorar. Domingo passado, por exemplo, assistindo ao Oscar, comecei a chorar ao ouvir 'somewhere over the rainbown'. Não chorei por achar a música bonita, emocionante. Chorei porque Mágico de Oz foi o primeiro filme que vi na vida. Tinha uns 4 anos, acho, ou até menos, mal sabia o que era filme, mas lembro com todos os detalhes que era minha vhs preferida e que, inclusive, por medo, passava pra frente aquele inicio em preto e branco no qual a bruxa era esmagada e ficavam só as meias listradas aparecendo. Tinha pavor daquelas meias listradas, mas em compensação começou ali minha compulsão por sapatos. Ain, os vermelhinhos da Dorothy.
Acredito que toda essa comoção com as memórias da infância acontece porque fui uma criança muito feliz. E só reconhecemos essa felicidade depois. Acho que reconhecer não é bem a palavra, porque criança sabe que é feliz. O que fazemos tardiamente é valorizá-la.
Hoje trocaria todas as minhas experiências vividas pela minha infância, onde tudo era mais bonito e mais fácil.
Toda vez que sou remetida a minha infância, sinto um aperto no coração e uma vontade incontrolável de chorar. Domingo passado, por exemplo, assistindo ao Oscar, comecei a chorar ao ouvir 'somewhere over the rainbown'. Não chorei por achar a música bonita, emocionante. Chorei porque Mágico de Oz foi o primeiro filme que vi na vida. Tinha uns 4 anos, acho, ou até menos, mal sabia o que era filme, mas lembro com todos os detalhes que era minha vhs preferida e que, inclusive, por medo, passava pra frente aquele inicio em preto e branco no qual a bruxa era esmagada e ficavam só as meias listradas aparecendo. Tinha pavor daquelas meias listradas, mas em compensação começou ali minha compulsão por sapatos. Ain, os vermelhinhos da Dorothy.
Acredito que toda essa comoção com as memórias da infância acontece porque fui uma criança muito feliz. E só reconhecemos essa felicidade depois. Acho que reconhecer não é bem a palavra, porque criança sabe que é feliz. O que fazemos tardiamente é valorizá-la.
Hoje trocaria todas as minhas experiências vividas pela minha infância, onde tudo era mais bonito e mais fácil.
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