Eu acho engraçado a maneira que as coisas vão acontecendo na minha vida. O clichezão do ter mais sorte que juízo sempre me acompanhou e continua me acompanhando, fato! (mas que esse detalhe fique guardado a 7 chaves porque reza a lenda familiar que sou super bem reconhecida pelo meu juízo – eles que continuem pensando assim).
A sorte para mim sempre aparece da mesma forma, na forma de surpresa, daquelas que eu fico, literalmente de boca aberta. Deixe-me explicar:
Eu tenho a mania de idealizar coisas, canso de ficar sentada no sofá imaginando fatos. Quantas mil vezes já não fiquei pensando em como seria se eu conhecesse x, ou de ficasse amiga de y, ou se eu convidasse z para sair e ele aceitasse. Mas não pense que x, y, z eram pessoas do dia dia, minha imaginação ia longe, tão longe que chegava perto do impossível, do inatingível.
Bom, inatingível e impossível não pra minha sorte. Posso afirmar com todas as letras que a minha sorte é muito boa comigo e me deu todas as chances que eu precisava, colocou sempre as pessoas certas, no tempo certo em meu caminho para que eu conseguisse concretizar aquelas utopias.
As coisas não aconteciam porque eu era obcecada por elas. Elas aconteciam ao acaso, tanto que muitas vezes cheguei a ficar assustada.
(...)
Tudo isso foi, pra contar sobre a ultima coisa que a sorte aprontou comigo...
Já faz tempo que to numa maré de azar, nem sei se é azar, mas a vida não tá boa não. Sabe quando a gente tá vivendo fora do nosso aquário? Até achei que a minha sorte tinha me abandonado por completo. Mas semana passada, num momento "debochando do meu irmão" que ela se manifestou.
Tava rindo muito do meu irmão comparando ele com “w”. Na verdade meu prazer tava muito mais em rir do “w” do que do meu irmão. Já tinha até jogado no google o nome pra pegar umas fotos, no youtube pra pegar vídeo, só pra fazer uma sessão deboche. Mas a busca foi tão grande que ao longo da pesquisa acabei descobrindo muita coisa de “w” e percebendo que “w” é muito mais interessante do que eu pensava, muito pior que isso, pelo que eu vi “w” tava completamente dentro do perfil que eu procuro. Percebi que só tinha sido influenciada pelo preconceito ao que “w” foi rotulado. Nem ele mais se incomodava com o rotulo, quem era eu pra me sentir incomodada. Foi aí que o sofá e a parede entraram em ação.
Parei tudo que eu tava fazendo, e fiquei ali sentada olhando pro nada imaginando muitas coisas. Fiquei pensando por que a uns 4 anos atrás - quando “w” não era ninguém, o máximo que tinha era umas colegas minhas bregas do direito apaixonadas por ele, morava por aqui e era presença carimbada das noites - não me deu esse clic!
Fiquei pensando em quem eu conhecia que conhecesse ele, pra que ao menos quando ele viesse pra cá pudesse nos apresentar. Mas não vinha ninguém em mente. Eu só ficava pensando: Que saco, bem que podia aparecer alguém!
Depois de muito pensar e chegar a lugar algum, fui até o quarto do meu irmão pra dizer que não era pra ele ficar bravo comigo com as piadinhas, já que tinha analisado melhor a situação e percebi que ser comparado a “w” nem é ruim. Meu irmão simplesmente me responde: “eu sei, ele é um dos melhores amigos do meu melhor amigo”.
E estou eu aqui, ainda de boca aberta, pasma com a maneira que a sorte invade minha vida!
A sorte para mim sempre aparece da mesma forma, na forma de surpresa, daquelas que eu fico, literalmente de boca aberta. Deixe-me explicar:
Eu tenho a mania de idealizar coisas, canso de ficar sentada no sofá imaginando fatos. Quantas mil vezes já não fiquei pensando em como seria se eu conhecesse x, ou de ficasse amiga de y, ou se eu convidasse z para sair e ele aceitasse. Mas não pense que x, y, z eram pessoas do dia dia, minha imaginação ia longe, tão longe que chegava perto do impossível, do inatingível.
Bom, inatingível e impossível não pra minha sorte. Posso afirmar com todas as letras que a minha sorte é muito boa comigo e me deu todas as chances que eu precisava, colocou sempre as pessoas certas, no tempo certo em meu caminho para que eu conseguisse concretizar aquelas utopias.
As coisas não aconteciam porque eu era obcecada por elas. Elas aconteciam ao acaso, tanto que muitas vezes cheguei a ficar assustada.
(...)
Tudo isso foi, pra contar sobre a ultima coisa que a sorte aprontou comigo...
Já faz tempo que to numa maré de azar, nem sei se é azar, mas a vida não tá boa não. Sabe quando a gente tá vivendo fora do nosso aquário? Até achei que a minha sorte tinha me abandonado por completo. Mas semana passada, num momento "debochando do meu irmão" que ela se manifestou.
Tava rindo muito do meu irmão comparando ele com “w”. Na verdade meu prazer tava muito mais em rir do “w” do que do meu irmão. Já tinha até jogado no google o nome pra pegar umas fotos, no youtube pra pegar vídeo, só pra fazer uma sessão deboche. Mas a busca foi tão grande que ao longo da pesquisa acabei descobrindo muita coisa de “w” e percebendo que “w” é muito mais interessante do que eu pensava, muito pior que isso, pelo que eu vi “w” tava completamente dentro do perfil que eu procuro. Percebi que só tinha sido influenciada pelo preconceito ao que “w” foi rotulado. Nem ele mais se incomodava com o rotulo, quem era eu pra me sentir incomodada. Foi aí que o sofá e a parede entraram em ação.
Parei tudo que eu tava fazendo, e fiquei ali sentada olhando pro nada imaginando muitas coisas. Fiquei pensando por que a uns 4 anos atrás - quando “w” não era ninguém, o máximo que tinha era umas colegas minhas bregas do direito apaixonadas por ele, morava por aqui e era presença carimbada das noites - não me deu esse clic!
Fiquei pensando em quem eu conhecia que conhecesse ele, pra que ao menos quando ele viesse pra cá pudesse nos apresentar. Mas não vinha ninguém em mente. Eu só ficava pensando: Que saco, bem que podia aparecer alguém!
Depois de muito pensar e chegar a lugar algum, fui até o quarto do meu irmão pra dizer que não era pra ele ficar bravo comigo com as piadinhas, já que tinha analisado melhor a situação e percebi que ser comparado a “w” nem é ruim. Meu irmão simplesmente me responde: “eu sei, ele é um dos melhores amigos do meu melhor amigo”.
E estou eu aqui, ainda de boca aberta, pasma com a maneira que a sorte invade minha vida!
