segunda-feira, 31 de maio de 2010

what a lucky!!!

Eu acho engraçado a maneira que as coisas vão acontecendo na minha vida. O clichezão do ter mais sorte que juízo sempre me acompanhou e continua me acompanhando, fato! (mas que esse detalhe fique guardado a 7 chaves porque reza a lenda familiar que sou super bem reconhecida pelo meu juízo – eles que continuem pensando assim).

A sorte para mim sempre aparece da mesma forma, na forma de surpresa, daquelas que eu fico, literalmente de boca aberta. Deixe-me explicar:

Eu tenho a mania de idealizar coisas, canso de ficar sentada no sofá imaginando fatos. Quantas mil vezes já não fiquei pensando em como seria se eu conhecesse x, ou de ficasse amiga de y, ou se eu convidasse z para sair e ele aceitasse. Mas não pense que x, y, z eram pessoas do dia dia, minha imaginação ia longe, tão longe que chegava perto do impossível, do inatingível.
Bom, inatingível e impossível não pra minha sorte. Posso afirmar com todas as letras que a minha sorte é muito boa comigo e me deu todas as chances que eu precisava, colocou sempre as pessoas certas, no tempo certo em meu caminho para que eu conseguisse concretizar aquelas utopias.
As coisas não aconteciam porque eu era obcecada por elas. Elas aconteciam ao acaso, tanto que muitas vezes cheguei a ficar assustada.

(...)

Tudo isso foi, pra contar sobre a ultima coisa que a sorte aprontou comigo...
Já faz tempo que to numa maré de azar, nem sei se é azar, mas a vida não tá boa não. Sabe quando a gente tá vivendo fora do nosso aquário? Até achei que a minha sorte tinha me abandonado por completo. Mas semana passada, num momento "debochando do meu irmão" que ela se manifestou.

Tava rindo muito do meu irmão comparando ele com “w”. Na verdade meu prazer tava muito mais em rir do “w” do que do meu irmão. Já tinha até jogado no google o nome pra pegar umas fotos, no youtube pra pegar vídeo, só pra fazer uma sessão deboche. Mas a busca foi tão grande que ao longo da pesquisa acabei descobrindo muita coisa de “w” e percebendo que “w” é muito mais interessante do que eu pensava, muito pior que isso, pelo que eu vi “w” tava completamente dentro do perfil que eu procuro. Percebi que só tinha sido influenciada pelo preconceito ao que “w” foi rotulado. Nem ele mais se incomodava com o rotulo, quem era eu pra me sentir incomodada. Foi aí que o sofá e a parede entraram em ação.

Parei tudo que eu tava fazendo, e fiquei ali sentada olhando pro nada imaginando muitas coisas. Fiquei pensando por que a uns 4 anos atrás - quando “w” não era ninguém, o máximo que tinha era umas colegas minhas bregas do direito apaixonadas por ele, morava por aqui e era presença carimbada das noites - não me deu esse clic!
Fiquei pensando em quem eu conhecia que conhecesse ele, pra que ao menos quando ele viesse pra cá pudesse nos apresentar. Mas não vinha ninguém em mente. Eu só ficava pensando: Que saco, bem que podia aparecer alguém!

Depois de muito pensar e chegar a lugar algum, fui até o quarto do meu irmão pra dizer que não era pra ele ficar bravo comigo com as piadinhas, já que tinha analisado melhor a situação e percebi que ser comparado a “w” nem é ruim. Meu irmão simplesmente me responde: “eu sei, ele é um dos melhores amigos do meu melhor amigo”.

E estou eu aqui, ainda de boca aberta, pasma com a maneira que a sorte invade minha vida!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

To die by your side is such a heavenly way to die...

Sábado passado eu assisti aquele filme 500 Days of Summer, achando que seria mais um filme que me prenderia mais pela trilha sonora do que pela própria historia. Mas, estava eu, completamente enganada.
Quem roubou minha total atenção no filme, foi a personagem principal. Eu, simplesmente, me via nela, no que ela falava, no que ela sentia, das coisas que ela gostava! Parecia que a TV era um espelho, espelho que só foi quebrar no final do filme porque, ao contrario da Summer, eu não sou nem um pouco sacana e se o filme fosse meu, certamente o final seria diferente!


McKenzie: [drunk] So do you have a boyfriend?
Summer: No.
McKenzie: Why not?
Summer: Because I don’t want one.
McKenzie: Come on; I don’t believe that.
Summer: You don’t believe that a woman could enjoy being free and independent?
McKenzie: Are you a lesbian?
Summer: [laughing] No I’m not a lesbian. I just, don’t feel comfortable being anyone’s girlfriend. I don’t actually feel comfortable being anyone’s anything.
McKenzie: I don’t know what you’re talking about.
Summer: Really?
McKenzie: Nope.
Summer: Ok, let me break it down for you–
McKenzie: Break it down!
Summer: Ok. I, like being on my own. I think relationships are messy and people’s feelings get hurt. Who needs it? We’re young, we live in one of the most beautiful cities in the world; might as well have fun while we can and, save the serious stuff for later.
McKenzie: You’re a dude. [to Tom] She’s a dude!
Tom: Ok but wait–wait. What happens, if you fall in love?
[she scoffs]
Tom: What?
Summer: You don’t believe that, do you?
Tom: It’s love, it’s not Santa Claus.

domingo, 9 de maio de 2010

O Tão Famoso Verdinho!

Bom, foi o seguinte...

Desde que eu vi o esmalte Jade da Chanel fiquei morrendo de vontade de pintar minhas unhas com aquele verdinho menta.

Procurei a cidade inteira por um tom semelhante, mas não encontrei.

Lendo um blog, li a formula do verdinho menta criado por uma menina que, assim como eu, também não tinha encontrado.

VERDE PALMEIRA DA COLORAMA + PETALA BRANCA DA COLORAMA

Resolvi, então, fazer. Fui ontem até as Americanas do Praia de Belas e comecei a procurar esses dois esmaltes, quando me deparo com a solução de todos meus "problemas": o verdinho menta pronnntooooo da colorama - ABSINTO!

Muita felicidade!!! Fui correndo até a manicure pra pintar!! E eu, particularmente, adoreii!!!