Nesses últimos tempos venho exercitando muiiitoo, mas muiiito, imagina muiito multiplicado por mil, a minha paciência. Acho que definitivamente ando meio sem saco de aguentar uma lista de coisas. Se estou sem paciência para aguentar as minhas chatices, as minhas loucuras, as minhas futilidades, imagina aguentar as chatices, os excessos de futilidade, falsidade, crises infanto-juvenis na fase adulta dos outros.
Não sei se é pelo fato de eu estar já no meu limite, quase ultrapassando a linha vermelha, prestes a explodir e perder a compostura ou se algumas pessoas estão, simplesmente, aproveitando para cutucar, alfinetar insensantemente pra ver até onde vai dar, por puro prazer de me testar. Só sei que estão abusando já!
As coisas que eu sinto são minhas e eu só compartilho com que eu, até então, achava que merecia saber. O mundo não precisa saber as minhas coisas mais intimas. Não preciso ser exposta. Se eu quisesse que todos soubessem eu mesmo contaria, não precisaria de pombos correios voluntários para mandar mensagens sem a minha autorização, me fazendo passar por babaca. E as minhas escolhas, são minhas e não estão em pauta para discussão. Se eu optei por não fazer determinada coisa porque achei que não ficaria bom pra mim a decisão é minha e ninguém tem o direito de questionar. E para aqueles que acham que eu MORREREI DE INVEJA, sinto decepcionar, mas, realmente, desse mal eu não sofro.
Nunca esquecendo que cuidado com o que fala, pra quem fala, onde fala porque as paredes tem ouvido, mais cedo ou mais tarde as pessoas ficam sabendo tudo que foi dito e uma hora as justificativas, desculpas se acabam.
Não sei se é pelo fato de eu estar já no meu limite, quase ultrapassando a linha vermelha, prestes a explodir e perder a compostura ou se algumas pessoas estão, simplesmente, aproveitando para cutucar, alfinetar insensantemente pra ver até onde vai dar, por puro prazer de me testar. Só sei que estão abusando já!
As coisas que eu sinto são minhas e eu só compartilho com que eu, até então, achava que merecia saber. O mundo não precisa saber as minhas coisas mais intimas. Não preciso ser exposta. Se eu quisesse que todos soubessem eu mesmo contaria, não precisaria de pombos correios voluntários para mandar mensagens sem a minha autorização, me fazendo passar por babaca. E as minhas escolhas, são minhas e não estão em pauta para discussão. Se eu optei por não fazer determinada coisa porque achei que não ficaria bom pra mim a decisão é minha e ninguém tem o direito de questionar. E para aqueles que acham que eu MORREREI DE INVEJA, sinto decepcionar, mas, realmente, desse mal eu não sofro.
Nunca esquecendo que cuidado com o que fala, pra quem fala, onde fala porque as paredes tem ouvido, mais cedo ou mais tarde as pessoas ficam sabendo tudo que foi dito e uma hora as justificativas, desculpas se acabam.
